domingo, 3 de abril de 2011
NA CAMA COM VOCÊ.
Vivo cada dia como único
Sufoca-me, sempre é uma batalha
Sentimento púnico
Que a alma estraçalha.
E sempre assim todo dia
No coração o fogo acenda
Você pedaço que afrodisia
Só, uma noite horrenda.
Na cama quero com você
Despidos a deliciar
Nossos corpos num auê
Prestes a acalmar.
Nos seus gemidos escuto
No silencio da alma
Só nós dois absoluto
Agora uma vivalma.
Queria eu toda noite
A você me entregar
Na vida seria um açoite
Mas ali só ti amar.
Sinto agora perto roçar
Tua pele toda aveludada
E minhas mãos acariciar
Todo seu corpo sem parar.
No lençol sentimentos
Você por cima ardente
Sós naqueles aposentos
Amores perpetuamente.
Consigo lhe olhar no rosto
E somente um beijo para ti
A tua boca eu pedi
Imediato a nós proposto.
Por um instante sentia
Uma pressão no peito alta
Nunca foi uma monotonia
Sendo assim faz muita falta.
Meus gritos altos se perdem
Ecoa com muitos sentimentos
Nossos corpos num amor se absorvem
Eternizando assim belos momentos.
De êxtase ali respiro
Um cheiro de amor no ar
Satisfeito contorço e piro
E meu corpo chega a pairar.
Um turbilhão de prazer
Saudades já chego sentir
Dor esta para combater
Antes mesmo de se despedir.
Giovani Zorzanelli
Tudo Que o Seu Negocio Precisar: Prêmio Art et Decor 2011
sábado, 2 de abril de 2011
LARA NA MINHA CASA, SHOW DE BOLA.
À ESPERA
Eu sei que a morte me espera,
Mas quero deixar a você antes dela,
Uma saudade que outrora era.
E que nesta vida sentia por você,
Que é magnífica e bela.
Um grande amor que parecia,
Imensa tocha, ardente em fogo.
Mas, maravilhoso, pois vida e amor nele havia,
Esperança, saudade e muita paixão.
Fez-me ver de repente que a vida não e um jogo,
E quem manda e o coração.
E por isto vivo assim, não podendo ceder,
Este amor que sinto,
O qual você não quis saber.
Infelizmente menina,
Pressinto que algo na ansiedade me espera,
É a morte na minha felicidade,
Negra e com arma em punho.
Afinal sinto que ela quer minha companhia,
Mas não me importo,
Aqui não há nada a fazer,
O amor que sinto e só por você,
E o qual você não quis nem saber.
E olhe ele e tão puro e nobre que você vai ver,
Que só com a morte vai padecer.
Não gosto de viver pra mim,
Mas o que fazer com esta amargura,
A vida ingrata é mesma assim,
Fez-me gostar de você doçura,
Que importa você não gosta de mim.
E agora a vida não vale à sepultura.
Giovani Zorzanelli